terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Ao som de EROS...


... na minha cabeça, na minha alma...
Em cada pedacinho de mim.
Caminhos se abrem.


Ludovico no CCB

Ludovico Einaudi.

Está tudo dito.


Pura magia.


Quem me dera estar em Madrid hoje à noite...


sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

And I miss you...



...Like the desert miss the rain...

Ontem, na minha caminhada rumo ao metro, enquanto esperava que o sinal dos peões mudasse, reparei num homem que lia atentamente a secção financeira de um jornal. Analisava com muita minúcia um gráfico linear. Nada de extraordinário num final de tarde, pois não?

Pois, não seria. Não fosse esse homem um sem-abrigo.

A primeira coisa em que pensei foi “toma, rute, para aprenderes a não ser preconceituosa!”. E logo de seguida recordei um amigo meu entretanto “desaparecido” (onde andarás tu, espinas???) que me disse um dia qualquer coisa como “tu para (incluir nome da minha profissão) tens demasiados estereótipos”.

Há coisas que não esquecemos. Que nos ficam gravadas a fogo.

Poderia tecer aqui dezenas de considerações sobre a formação e a veiculação dos estereótipos (afinal sempre se aprende alguma coisa com tanta teoria…) mas não me sinto inspirada a tal.

A ideia era só mesmo corroborar que por mais justos ou tolerantes que possamos ser, os estereótipos e a discriminação estão-nos inerentes. Acredito que é em termos consciência disso que reside a nossa maior oportunidade de os combater. É um desafio diário e tenho a impressão que nos acompanha durante toda a vida.

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

...

"Parece que não há nada para além de ti.
Como foi que te tornaste parte indissociável de mim?
Onde me terei perdido?
Em que momento me contentei primeiro com as migalhas que em ti vou colhendo?
Como cheguei até aqui, a este desespero, a esta ânsia de te ter, de não abrir mão de ti?
E onde se desenhou a linha? Quando foi que a pisei sem perceber?
Como deixei que te diluisses na minha vontade, no meu desejo,
Como deixei que te fizesses urgência que me corre no sangue?
Onde me terei perdido?
Em que pedacinho imaginado de ti, em que ilusão,
em que pormenor do teu sorriso, em qual das cordas que não me estendeste?
Deixa-me partir, deixa-me fugir se precisar.
Amo-te com cada poro do meu ser, não me prendas mais.
Persegue-me mas alimenta o meu sonho de te sobreviver.
Não te consigo amar com condições, com parentesis e entrelinhas.
Quero-te com demasiada violência.
Não peças para me contentar aos vazios e aos medos que me entregas onde não sabes entregar amor."

RB

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Pearl Jam

Durante o dia de hoje tive duas conversas sobre os Pearl Jam.
Ora, os PJ são muito mais que uma banda. São uma referência, senão A minha grande referência musical. Aquela banda que se pode não ouvir durante um ano mas à qual, mais cedo ou mais tarde se volta.
Estou aqui a ouvir coisinhas como "given to fly" ou "porch" ou "present tense" ou "rearview mirror"e a pensar que a veia genial dos PJ começou a deteriorar-se a partir do yield. Claro que os albuns que o seguiram têm algumas músicas de qualidade, não coloco isso em questão. Mas estou a falar do tipo de albuns que colocamos no leitor pela primeira vez e pensamos "Ok, isso é sublime!". O binaural safa-se, o riot act é terrível, o pearl jam é fraquito e este backspace... bem... não posso simplesmente dizer que é mau porque, em rigor, não o é. É pior que isso.
É simplesmente...vulgar. É mais um álbum de música entre os milhões que se produzem todos os meses. E PJ é tudo menos vulgar. Entristece-me, este álbum.
Que as expectativas são demasiado altas, sim, admito. Mas eu contentava-me se uma, apenas uma música deste último álbum me enchesse as medidas. Mas não há, simplesmente, nenhuma.

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Cause maybe someday I'll walk away...



..Today is the day!

FINALLY!

Best regards!